quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Tanta teoria e tão pouca atitude!!!
Tanta teoria e tão pouca atitude!!! Que revolta interior por ser tão inutil nesta sociedade que verdadeiramente precisa de pessoas como eu! Eu sei que consigo detectar os problemas! Mas porquê que não os consigo resolver! Tenh consciência absoluta de que consigo criticar duramente, mas infelizemnte, não consigo emendar aquilo que consigo criticar! Fico com a ideia de que sei falar muito e actuar pouco! Porquê?!?!?!
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Profunda/Leve Indignação
Fico perdidamente desagradado quando me sinto ultrajado, apesar do meu ultraje não ser um ultraje de morte. Mas fiquei muito triste, hoje, quando soube que uma pessoa que eu admirava imenso me apunhalou. Pode não ter sido uma grande facada, mas foi o suficiente para me colocar a pensar sobre a amizade dessa pessoa, que eu considerava na minha modesta opinião: uma "boa pessoa". Mas, quando soube que me tinham enganado e particularmente esta - já que outra pouco me interessa - pessoa, fiquei abalado e fiz questão de lhe comunicar que tinha achado uma reles atitude e que além disso tinha andado preocupado e com o peso na consciência e afinal venho a saber que não havia necessidade. Quando lhe contei, ainda me disse que tinham gozado com a minha preocupação. Realmente, que bom-senso tem esta gente, que comunica as coisas aos de fora e a mim não, e ainda por cima gozam com a minha preocupada atitude. Realmente!!! Por favor, fiquei mesmo desiludido. Com a pessoa de quem menos esperava esta atitude!
A Narração sobre Giovanni - pt.1
Era uma vez - um clássico começar de uma bela e secante história - um belo rapaz que contava histórias acerca de um menino muito bonito, estando inconscisentemente revelando-se a ele próprio e ao mundo que o rodeava. Esse rapaz era extraordiénrio: ele revelava os mais pequenos pormenores acerca do menino, conseguindo descrever os mais belos e perturbantes pormenores.
-Uma vez, o menino Giovani, ia a passear por entre montes e vales e começou através do auxilio de um conselhiro, a descobrir a sua verdadeira vocação. Ele sabia que era duro o caminho que teria de percorrer, mas seria bom ele estar preparado, pois o caminho que ele suponha ser o melhor poderia levá-lo à perdição.
Era lindo ouvir o belo rapaz a falar sobre o percurso que o menino ia tomando com o seu conselheiro. Eu que até então achava tudo aquilo uma farça, com tão belas descrições, ficava também entusiasmado e perguntava-me que final ia dar o rapaz à história do menino.
Não sei bem como conseguia ter acesso às histórias daquele menino, que me eram narradas por aquele belo rapaz. Ele, que com o seu cativante modo de falar prendia a atenção. Não só as descrições do menino eram lindas. Eram também extraordinárias as descrições feitas do conselheiro - um homem muito sábio, que no seu intimo tinha um profundo amor pelo mundo e pela alegria dos homens. Acreditava piamente na existência de Deus, que nos tinha oferecido a Terra como prenda por sermos uns tão belos seres racionais e que obviamnte, tinhamos de fazer algo para que esse mundo, fosse de algum modo melhorado, ou pelo menos que ficasse como essa criatura divina no-lo tinha oferecido.
Realmente, este mundo de tão belos montes, vales, mares, pessoas tinha de ser obra e "oferta", mas não gratuita, de uma entidade maravilhosamente inexplicável! Era tão belo constatar como o conselhiro falava de tudo isto com os seus belos olhos, dilatando o seu olhar com as descrições e pedidos que fazia ao Giovanni. Era uma pessoa realemnte consciente do seu papel no mundo e considerava que o seu Deus, merecia tudo e mais, de bom, que ele ia fazendo pelo mundo.
-Uma vez, o menino Giovani, ia a passear por entre montes e vales e começou através do auxilio de um conselhiro, a descobrir a sua verdadeira vocação. Ele sabia que era duro o caminho que teria de percorrer, mas seria bom ele estar preparado, pois o caminho que ele suponha ser o melhor poderia levá-lo à perdição.
Era lindo ouvir o belo rapaz a falar sobre o percurso que o menino ia tomando com o seu conselheiro. Eu que até então achava tudo aquilo uma farça, com tão belas descrições, ficava também entusiasmado e perguntava-me que final ia dar o rapaz à história do menino.
Não sei bem como conseguia ter acesso às histórias daquele menino, que me eram narradas por aquele belo rapaz. Ele, que com o seu cativante modo de falar prendia a atenção. Não só as descrições do menino eram lindas. Eram também extraordinárias as descrições feitas do conselheiro - um homem muito sábio, que no seu intimo tinha um profundo amor pelo mundo e pela alegria dos homens. Acreditava piamente na existência de Deus, que nos tinha oferecido a Terra como prenda por sermos uns tão belos seres racionais e que obviamnte, tinhamos de fazer algo para que esse mundo, fosse de algum modo melhorado, ou pelo menos que ficasse como essa criatura divina no-lo tinha oferecido.
Realmente, este mundo de tão belos montes, vales, mares, pessoas tinha de ser obra e "oferta", mas não gratuita, de uma entidade maravilhosamente inexplicável! Era tão belo constatar como o conselhiro falava de tudo isto com os seus belos olhos, dilatando o seu olhar com as descrições e pedidos que fazia ao Giovanni. Era uma pessoa realemnte consciente do seu papel no mundo e considerava que o seu Deus, merecia tudo e mais, de bom, que ele ia fazendo pelo mundo.
sábado, 12 de abril de 2008
O PIANO DO IGL - 12/04 - Spencer
Algures, perdida no branco e preto das teclas de um piano, estava uma moça, que através de uma bela melodia de falanges, me proporcionou algo que seria impossível se cantando o fizesse.
Imaginei aquele momento. Transformei-o num bolo. É que a sua gesticulação, em tudo aparentava estar a fazer um belo bolo. Ai que belo Rach. A moça, com os seus dedos pequenos ia fazendo no centro do piano a massa para o seu bolo. Ia pondo os ingrediente ao longo dos batimentos em volta da taça do Dó central. Quando lhe faltava um pouco de farinha, lá ia ela até aos baixos do seu piano, e daí tirava muitas pitadas - de sal, de farinha, uma clara de ovo - que iam compondo a bela receita que se iria revelar deliciosa.
A seguir após esta chuva de pitadas, a bela cozinheira de notas e de sons, pôs o seu bolo no forno - untou a forma e colocou-o a uma temperatura amena dentro do buraco dos calores. Então, esperou que cozesse e apostou num subtil jogo de espera, já que ansiava pelo momento em que pudesse provar a massa cozida, que resultaria numa mistura brutal de sabores e cheiros , sons e olhares. Então, ao longo da sua espera, ela foi-se desenrolando e quanto mais água na boca tinha mais gritava o seu som, até ao ponto em que abriu o forno e de lá tirou a sua obra. Queimou-se, e daí saiu um som terrível, de aflição e dor. Mas, que culminou com a prova suave do bolo após o desenformar. Comendo o seu mais que tudo, ela ia-se deliciando e ia bebendo o seu chá morno de camomila, tão morno como o seu sentimento final, muito mais calmo, numa busca da paz, de um sono bonito.
É, então, que após comer este bolo, ela vai descansar, e o seu acorde final, vai ser uma apoteose de alegria misturada com um sono tremendo num, sendo uma pura sesta numa quinta calma, numa bela tarde de Verão.
Imaginei aquele momento. Transformei-o num bolo. É que a sua gesticulação, em tudo aparentava estar a fazer um belo bolo. Ai que belo Rach. A moça, com os seus dedos pequenos ia fazendo no centro do piano a massa para o seu bolo. Ia pondo os ingrediente ao longo dos batimentos em volta da taça do Dó central. Quando lhe faltava um pouco de farinha, lá ia ela até aos baixos do seu piano, e daí tirava muitas pitadas - de sal, de farinha, uma clara de ovo - que iam compondo a bela receita que se iria revelar deliciosa.
A seguir após esta chuva de pitadas, a bela cozinheira de notas e de sons, pôs o seu bolo no forno - untou a forma e colocou-o a uma temperatura amena dentro do buraco dos calores. Então, esperou que cozesse e apostou num subtil jogo de espera, já que ansiava pelo momento em que pudesse provar a massa cozida, que resultaria numa mistura brutal de sabores e cheiros , sons e olhares. Então, ao longo da sua espera, ela foi-se desenrolando e quanto mais água na boca tinha mais gritava o seu som, até ao ponto em que abriu o forno e de lá tirou a sua obra. Queimou-se, e daí saiu um som terrível, de aflição e dor. Mas, que culminou com a prova suave do bolo após o desenformar. Comendo o seu mais que tudo, ela ia-se deliciando e ia bebendo o seu chá morno de camomila, tão morno como o seu sentimento final, muito mais calmo, numa busca da paz, de um sono bonito.
É, então, que após comer este bolo, ela vai descansar, e o seu acorde final, vai ser uma apoteose de alegria misturada com um sono tremendo num, sendo uma pura sesta numa quinta calma, numa bela tarde de Verão.
quarta-feira, 12 de março de 2008
Surpresa Estilistica
Tenho vindo a surpreender-me com a estilização musical e com a consequente melhoria da qualidade musical. Assim, no último período tenho vindo a estudar duas peças que gradualmente me têm vindo a empolgar: uma de Diabelli, outra de Tschaikovsky. São, ambas, peças relativamente facéis, mas que me têm dado um certo gozo a tocar, pois tenho vindo a trabalhá-lhas numa perspectiva sentimental.
Mesmo na última audição de piano, toquei as peças de tal forma, que nem me enervei, e tentei ao máximo vivenciá-las. A peça de Tschaikovsky é muito simples, mas, dando-lhe um certo estilo, uma vivacidade à russa - como que uma bebedeira- pode-se ter maravilhas, e assim é, que mesmo na minha infantilidade musical,vou conseguir dar-lhe uma certa beleza. Vai ser um momento interesseante.
Acho sobretudo interessante a possibilidade de encarnar a música, dando uma certa vida, embora que muito influenciado pelo meu professor. Mas, apesar disso, vão saíndo bons frutos, que faraão de mim, gradualmente, um pequeno músico, nem que seja pela dimensão reduzida das minhas peças.
Mesmo na última audição de piano, toquei as peças de tal forma, que nem me enervei, e tentei ao máximo vivenciá-las. A peça de Tschaikovsky é muito simples, mas, dando-lhe um certo estilo, uma vivacidade à russa - como que uma bebedeira- pode-se ter maravilhas, e assim é, que mesmo na minha infantilidade musical,vou conseguir dar-lhe uma certa beleza. Vai ser um momento interesseante.
Acho sobretudo interessante a possibilidade de encarnar a música, dando uma certa vida, embora que muito influenciado pelo meu professor. Mas, apesar disso, vão saíndo bons frutos, que faraão de mim, gradualmente, um pequeno músico, nem que seja pela dimensão reduzida das minhas peças.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
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